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Teorias Modernas de Origem da Vida
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Panspermia

Essa teoria acredita que os seres vivos surgiram por meio de substâncias de outras vidas que existiam em outros planetas e que chegaram aqui por meio de meteoros e poeira cósmica. Surgiu no final do século XIX e foi defendida por físicos e químicos como William Thomson e Svante August Arrhenius. A panspermia ganhou mais credibilidade quando se verificou a presença de substâncias orgânicas que vieram de outros lugares do espaço. Na década de 80, foi descoberto na Antártica um meteorito com um fóssil de uma bactéria que possivelmente veio de outro local no espaço.
 
 
Nova Panspermia: Essa teoria foi formulada por Fred Hoyle e Chandra Wickamasinghe que afirmam que a matéria segue em constante formação. Ou seja, a vida na terra teria surgido por meio dos núcleos dos cometas e que os vírus também surgiram do espaço. Nas pesquisas, foram verificadas a existência de polímeros orgânicos em poeira interestelar.

Panspermia Dirigida:
Os cientistas que defendem essa vertente afirmam que seres mais desenvolvidos de outras galáxias colonizaram o planeta terra. Para essa teoria, a prova seria a existência do molibdênio, um elemento necessário para algumas enzimas e que é encontrado raramente na terra.

Teoria da Evolução Química


Ela foi iniciada por um biólogo chamado Tomas Huxley e por essa vertente acredita-se que a vida surgiu com a evolução química. Após a junção de compostos orgânicos, surgiram moléculas orgânicas simples como açúcares e ácidos graxos. Essas moléculas combinadas fizeram surgir as moléculas mais complexas responsáveis por estruturas que se duplicam e metabolizam, ou seja, seria o surgimento dos primeiros seres vivos.

Antimatéria

A antimatéria é o contrário da matéria normal e foi considerada uma teoria distante e improvável por muito tempo. São partículas encontradas em locais específicos como raios cósmicos, nos decaimentos de substâncias radioativas e nos aceleradores de partículas. O físico britânico Paul A. M. Dirac verificou a equação de Einstei E=mc2 onde o cientista não considerou as propriedades negativas e positivas da massa.

Ele elaborou a equação de Dirac (E= + ou – mc2) e passou a acreditar na existência de antipartículas no universo. Cada uma dessas antipartículas possui a mesma massa que a partícula que lhe corresponde; porém, eles têm cargas elétricas distintas. Se a antimatéria colidir com a matéria, há a produção de uma explosão que emite uma forte radiação. Os cientistas afirmam que é a energia mais poderosa entre as que já existem.

O motivo para ela não ser usada em nosso planeta é a escassez de antimatéria, em detrimento a quantidade de matéria existente no Universo. Como não há antimatéria no espaço, não se pode verificar o resultado de uma possível colisão entre os dois. Para os cientistas, havia mais partículas do que antipartículas e descobriram em 1977 um centro da galáxia que poderia ser um possível depósito dessa substância.

cienciaExiste a possibilidade de criar uma antimatéria com base nas descobertas tecnológicas com o uso de aceleradores de partículas de alta energia que são chamados de “destroça-átomos”. São túneis que recebem supermagnetos fortes e são utilizados para acelerar os átomos em uma velocidade bem próxima à da luz. O átomo bate com um alvo e há a criação de partículas e antipartículas que ficam separadas por um campo magnético. Dessa forma são produzidos antiprótons.

>Pósitrons: elétrons de carga positiva e foram descobertos por Carl Anderson em 1932. Eles mostraram a existência da antimatéria;

>Antiprótons: Possuem carga negativa que foram criados em 1955;

>Antiátomos: Ele foi criado pela Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear.
 
 


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